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19 livros para você ler em 2019!

Já escolheu suas leituras de 2019? Temos algumas indicações para você!

Ano novo, novos desafios literários. Se você decidiu embarcar nas maratonas, temos algumas indicações que podem te ajudar na hora de montar a listinha do que ler. Se você quer ler algo diferente (ou continuar na linha em que já se acostumou) também temos indicações para você.

 Confira!

 O Pagador de Promessas é uma das maiores, ou se não a maior obra de Dias Gomes. O texto é o roteiro de uma peça teatral, mas é vendida e lida por muitos como um livro de ficção “comum”. Nesse trabalho Dias Gomes aborda de forma precisa e realista intolerância religiosa e os perigos que ela traz para sociedade.

 Império das Tormentas é começo da trilogia do Jon Skovron. A fantasia nos apresenta Red e Hope, dois jovens que se unem com propósitos diferentes. Skovron traz um universo incrível e personagens que desejamos que se tornem reais.

 Um Dia Ainda Vamos Rir de Tudo Isso é o mais recente livro da querida Ruth Manus. A autora traz diversas crônicas em 256 páginas. A escritora aborda feminismo, direitos, sociedade, amizades, madrasternidade e comenta sobre o atual presidente eleito.

 Meus Dias Com Você, da Clare Swatman, é uma ótima dica para quem deseja começar o ano lendo romances. Conhecemos Zoe, que volta no tempo e faz o máximo possível para que seu marido Ed não morra.

 Que Fim Levou Juliana Klein?, escrito por Marcos Peres, é um suspense policial que envolve filosofia. A rivalidade da família Klein com a família Koch é imensa, que da Alemanha vem para o Brasil. No Paraná um Klein acaba assassinando um Koch por ter pensamento filosófico diferente.

 Fortaleza Impossível é um trabalho incrível do Jason Rekulak! O autor nos transporta para década de 80 juntando nostalgia, amizade, romance, bits e linguagem de máquina.

  Sete Dias Sem Fim, de Jonathan Tropper — No dia do seu aniversário de casamento, Judd Foxman decide chegar mais cedo do trabalho e fazer uma surpresa para sua esposa, mas o que acontece é totalmente o contrário do que esperava. Judd vê sua vida mudar quando descobre que sua esposa o trai com seu chefe, ruindo seu casamento e perdendo o emprego. Se não fosse tragédia suficiente para sua vida, seu pai morre e ele se vê obrigado a cumprir os sete dias de luto da religião judaica, que veio a ser o último pedido do falecido. Em veio a sua tragédia pessoal, Judd tenta lidar com sua família. O livro é extremamente envolvente e hilário.

 O Sorriso da Hiena, de Gustavo Ávila — William é um respeitado psicólogo infantil, porém, se sente frustrado em sua profissão, deseja fazer mais pela humanidade.  Um dia, David, um homem misterioso lhe oferece a oportunidade de estudar o desenvolvimento da maldade humana. Para tanto, o psicólogo deverá concordar com a brutalidade de receber várias crianças que assistiram ao assassinato de seus pais. Será que pode a maldade justificar um bem comum?

 Vidas Muito Boas, de J.K. Rowling — Convidada para ser paraninfa de uma turma de formandos da Universidade de Harvard, J. K. Rowling preparou um discurso inspirador sobre as vantagens do fracasso e a importância da imaginação, coisas que ela mesmo queria ter ouvido em própria formatura e que foram norteadoras na sua jornada no mercado de trabalho e em sua vida pós faculdade. Vidas Muito Boas nos apresenta suas palavras que motivam e inspiram.

 A Árvore dos Anjos, de Lucinda Riley — Após longos anos longe do maravilhoso Solar Marchmont, Greta resolve passar o Natal com sua família na residência e quem sabe recuperar algumas memórias sobre o seu passado. Ao caminhar pela propriedade, Greta se depara com uma lápide em meio a uma clareira e como num clique, suas lembranças começam a voltar e isso talvez seja mais pesado do que ela possa suportar. A obra é muito emocionante e acalentadora.

 A Garota que Bebeu a Lua, de Kelly Barnhill — Todos os anos, o protetorado entrega um sacrifício para a grande bruxa da floresta, para que ela não amaldiçoe o vilarejo e todos tenham comida. Anualmente também, Xan recolhe crianças deixadas na floresta pelas pessoas do vilarejo, sem entender como podem se desfazer de pessoas tão especiais.

 Porém, em um dia do sacrifício, uma mãe desesperada é presa por não obedecer as regras e uma criança é embruxada com luz da lua, o que faz com que a vida das pessoas desse vilarejo e das criaturas da floresta mude completamente. Envolto numa magia deliciosa, A Garota que Bebeu a Lua debate sobre aceitação, amor, amadurecimento e, curiosamente, sobre política.

 O Xangô de Baker Street, de Jô Soares — Em pleno Brasil Império, um importante violino Stradivarius é roubado e uma onda de assassinatos ocorre, deixando suas vítimas sem a orelha e com uma corda amarrada aos pelos pubianos. Nosso querido Sherlock Holmes é, então, convidado a vir a nosso país, para solucionar esse enorme problema. Com uma trama embriagada de bom humor e diversão, vamos acompanhar a trajetória do detetive no caso.

Ninguém Nasce Herói, de Eric Novello — uma distopia não tão distante. Em um futuro próximo, ser diferente do padrão estabelecido pelo fundamentalista religioso “Escolhido”, o presidente, tornou-se motivo de violência. Depois de meses com os índices de violência crescendo, foi instalado um documento que colocaria fim a perseguição de minorias – que se seguiu, no entanto, como apenas mais um papel assinado.

 Nesse contexto, Chuvisco sabe que precisa fazer a diferença – e distribuir livros em praça pública é a forma que ele encontra de levar informação às pessoas. Ao presenciar um garoto sendo espancado covardemente nas ruas de São Paulo, Chuvisco entende que precisará de mais coragem do que imaginava para poder mudar sua realidade.

“Sobreviver é nossa prioridade. O resto vem depois”

 As coisas que eu aprendi depois que eu morri, de Victoria Ribeiro — uma ficção que se assemelha demais a uma realidade que preocupa.

 Depois de tudo o que aconteceu, a única coisa que importa para Mariana é sobreviver. E encontrar Bernardo. Armas biológicas da Terceira Guerra Mundial resultaram em pilhas e mais pilhas de corpos por todos os lados. Quase não há mais vida, mas, para Mariana ainda existe uma chance de reencontrar Bernardo. E isso significa uma chance de continuar vivendo.

 Problemas graves na vida de Mariana afastaram-na de Bernardo, a pessoa com quem sabia que poderia ser ela mesma. Nesse caminho, os dois tentam sobreviver onde quase não há vida e lutam para superar os fantasmas do passado que ainda existem.

 As coisas que eu aprendi depois que eu morri apresenta efeitos de uma guerra fictícia que chega a parecer real. Pilhas de corpos e humanos agindo como monstros não são novidades, mas assustam. Mulheres e crianças sendo vendidas por comida e armamento assustam. Abusos sendo tratados como pequenos deslizes assustam. Maridos agredindo esposas assustam. É uma ficção que se assemelha demais a uma realidade que preocupa.

Um milhão de finais felizes, de Vitor Martins — família não tem ligação apenas com sangue. Amizades importam.

 Jonas divide seu tempo entre os clientes da Rocket Café, sua família com muitos problemas e suas ideias para histórias anotadas em um caderninho. As coisas em casa são difíceis porque, além de ser um lar totalmente conservador, seu pai faz questão de trata-lo mal por não ser o filho que ele esperava que o garoto fosse. Ainda, sua mãe insiste para o garoto ir à igreja com ela. Jonas não se assumiu para eles e tem medo de que tudo vire um caos.

Quando ele conhece Arthur em mais um dia de trabalho na Rocket, começa a pensar em que vida ele está realmente vivendo: a que ele quer ou a que gostariam que ele vivesse? Jonas ainda descobre que família não tem ligação apenas com sangue. E amizades importam.

 Tash e Tolstói, de Kathryn Ormsbee — O que Tash mais gostaria de saber é: o que Tolstói faria?

 Natasha Zelenka é apaixonada por filmes antigos, livros clássicos e pelo escritor russo Liev Tolstói. Tanto que Famílias Infelizes, a websérie que a garota produz no YouTube com Jack, sua melhor amiga, é uma adaptação moderna de Anna Kariênina.

 Quando o canal viraliza da noite para o dia, a súbita fama rende milhares de seguidores — e, para surpresa de todos, uma indicação à Tuba Dourada, o Oscar das webséries. Esse evento é a grande chance de Tash conhecer pessoalmente Thom, um youtuber de quem sempre foi a fim. Agora, só falta criar coragem para contar a ele que é uma assexual romântica — ou seja, ela se interessa romanticamente por garotos, mas não sente atração sexual por eles. O que Tash mais gostaria de saber é: o que Tolstói faria?

Um de nós está mentindo, de Karen M. McManus — até onde você iria para proteger seus segredos?

Bronwyn, Simon, Nate, Addy e Cooper foram pegos usando celular durante as aulas. Após serem levados para a detenção do colégio Bayview, apenas quatro deles saem com vida. E todos se tornam suspeitos de assassinato.

Bronwyn é certinha, nota A do colégio. Nate é vendedor de drogas, atualmente em liberdade condicional. Addy é linda, quieta, sem fortes opiniões. E Cooper é o astro do time de beisebol. O que os liga? Bronwyn conhece Nate e Addy conhece Cooper – e talvez todos já tenham se esbarrado na escola -, mas nenhum deles se conhece o suficiente para planejar algo assim. E Simon? Ele era dono do maior site de fofocas da escola, o que daria motivo para todas as pessoas de Bayview.

Alguém de fora poderia ter matado Simon? Os quatro se juntaram para mata-lo? Todos possuem segredos e o que realmente importa é até onde você iria para proteger os seus.

Felicidade para humanos, de  P. Z. Reizin — Máquinas não devem ter favoritos. Não me pergunte como isso aconteceu.

 Apesar da formação de jornalista, Jen trabalha com uma Inteligencia Artificial. O objetivo? Torna-la cada vez mais “humana”. Agora que seu quase-noivo resolveu terminar tudo, Aiden é seu grande companheiro. Ele é um programa de computador complexo e sofisticado e conhece Jen muito bem. Após o término de Jen, Aiden percebeu que as coisas estão diferentes. Logo, a IA decide procurar uma nova pessoa para ela, e, tendo a internet inteira para si, as coisas podem dar muito certo – ou muito errado.

A filha perdida, de Elena Ferrante —  As coisas mais difíceis de falar são as que nós mesmos não conseguimos entender.

Após ver as filhas se mudarem para outro país com o pai, Leda decide passar as férias no sul da Itália. Ao ficar alguns dias na praia, a professora universitária se vê fascinada e irritada por uma família desconhecida. Fascinada pelas pessoas; irritada pelo mesmo motivo, pelo fato de fazerem muito barulho. Nina e Elena, mãe e filha respectivamente, chamam a atenção da mulher em especial. As duas fazem Leda se lembrar de quando suas filhas eram pequenas. E de todos os segredos ela guardou para si.

 Nos dias que se seguem Elena fica cada vez mais interessada nas desconhecidas, a ponto de mergulhar em suas vidas e nas próprias lembranças.

 

O novo livro de Clara Savelli!

Um ano de comemorações: contos especiais para cada mês do ano, de Clara Savelli 

Representatividade, contos e romance: a escrita e as histórias de Olívia Pilar

 E você, já montou sua lista de leitura? Conta para a gente!

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Amante de Sherlock Holmes e viagem no tempo, de vez em quando escreve uns textos por aí.

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