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Mauricio de Sousa, Mario Sergio Cortella e filosofia na 25ª Bienal do Livro de SP!

Mauricio de Sousa e Cortella levam filosofia para crianças na 25a Bienal Internacional do Livro de São Paulo!

 A educação infantil e a literatura em quadrinhos estarão presentes na 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 03 a 12 de agosto, no Anhembi. Mauricio de Sousa e Mario Sergio Cortella estarão na Arena Cultural BIC , para falar sobre a importância do pensamento para crianças.

 Durante o bate-papo, que acontece em 11 de agosto, às 11h, os autores irão abordar os assuntos em destaque de sua segunda obra em parceria, intitulada “Vamos pensar + um pouco?” (Editora Cortez). A conversa entre o filósofo e o pai da Turma da Mônica transitará em torno do ato de pensar, com o pensamento apontado como o ponto de partida para tudo que fazemos e, especialmente, como início do nosso entendimento de mundo.

 “Ser filósofo é trabalhar na tentativa de ir além do óbvio. A filosofia é uma indagação” é uma das muitas máximas de Cortella que circulam livremente pela internet, pois o autor tem a capacidade de encantar com seu tom professoral e sua didática de construção do pensamento, popularizando-se entre todas as camadas de público – crianças, jovens e adultos. E é esse entusiasmo com o livre pensar que o público vai encontrar e se inspirar nessa 25a edição da Bienal, que marca os 50 anos do evento.

Os ingressos já estão à venda pelo site oficial do evento www.bienaldolivrosp.com.br e pelo telefone (11) 2626-1061.

MARIO SERGIO CORTELLA

 Formou-se em Filosofia, fez mestrado e doutorado em Educação na PUC de São Paulo, na qual começou a dar aulas em 1977. E nela se aposentou como professor titular 35 anos depois. É autor de mais de 35 livros com edições no Brasil e no exterior, além de comentarista da Rádio CBN e da TV Cultura.

MAURICIO DE SOUSA

Mauricio de Sousa nasceu em 27 de outubro de 1935, numa família de poetas e contadores de histórias, em Santa Isabel, no interior de São Paulo. . Com 19 anos, foi para São Paulo tentar trabalhar como ilustrador na Folha da Manhã (hoje Folha de S.Paulo). Conseguiu apenas uma vaga de repórter policial. Em 1959, publicou sua primeira tira diária, com as aventuras do garoto Franjinha e do seu cãozinho Bidu. Em 1970, lançou a revista Mônica e, em 1971, recebeu o mais importante prêmio do mundo dos quadrinhos, o troféu Yellow Kid, em Lucca, na Itália. Seguindo o sucesso de Mônica, outros personagens também ganharam suas próprias revistas, que já passaram pelas editoras Abril e Globo e atualmente estão na Panini. Dos quadrinhos, eles foram para o teatro, o cinema, a televisão, a internet, parques temáticos e até para exposições de arte.

 Saiba mais sobre a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo!

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Amante de Sherlock Holmes e viagem no tempo, de vez em quando escreve uns textos por aí.

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